ago 10

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Desde o Windows 98, a cada versão a Microsoft se supera em incompetência, precisando sempre sair um Service Pack para tentar amenizar o problema do Windows em questão.
Foi assim com o Windows ME (Milenium Edition, que também era alusão ao pronome “meu”, para dizer que era um Windows bem pessoal); o sistema nunca emplacou e vivia travando o runapp.exe quando entrava na internet.
Então veio o 2000 que, por um bom tempo, foi o “menos pior” de todos. O XP nasceu tumultuado, com muitos programas antigos não funcionando, impressoras e scanners antigos não eram reconhecidos, enfim, muitas incompatibilidades, até surgir o Service Pack 1 que melhorou bastante e assim foi até o SP3 e último, que deixou o Windows bem estável.

Então a Microsoft, com saudades de fracassos, lançou o Windows Vista que deixava qualquer PC Ferrari parecendo uma carroça dos anos 90. Alterações em todo o sistema e na interface maquiaram a incompetência do sistema pesado e com muitos problemas de compatibilidade.
Tentaram de tudo para emplacar versões baratas, contrato de exclusividade com os fabricantes de drivers para não disponibilizar versão para o XP e obrigar os novos pcs a ficar com o Vista. Mas no último ano o que mais fiz foi tirar Vista e colocar XP em notebooks e pcs desktop.
Até que caiu a ficha e resolveram fazer a nova versão que antes era planejada para 2011. E, pela primeira vez nestes meus 19 anos de vivência no mundo digital, um Windows saiu estável e bastante compatível com peças e programas antigos.

Sempre aconselho meus clientes a esperar o sistema operacional ficar maduro antes de migrar e agora, com o Windows 7, ele parece que nasceu adolescente. Não que esteja perfeito, afinal é Microsoft e as únicas coisas perfeitas que eles fazem são os teclados e mouses.
Agora as perguntas que você deve fazer antes de colocar o Windows 7:

- Eu uso o Vista. Devo atualizar? Imediatamente.
- Estou usando o XP no meu PC. Devo atualizar? Primeiro, nunca troque um Windows apenas para ficar “atualizado”; se o seu XP faz tudo que precisa, para que se arriscar a ter dor de cabeça? Quando perceber falta de programas que só funcionam no W7, está na hora de começar a pensar na atualização.
- Meu PC aguenta? Em geral o W7 é aconselhado em um processador com no mínimo 1Ghz de processamento, 1Gb de memória RAM e 16Gb de espaço em disco. Uma boa placa de vídeo auxilia nos recursos de interface como transparências e animações nas janelas.
- Qual versão devo escolher? As versões SE, ou comumente conhecidas como Standart Edition devem ser evitadas, pois são extremamente limitadas e vieram para o mercado apenas para concorrer com o Linux que já vinha pré-instalado em muitos    pcs vendidos atualmente.

Quanto às demais, dependerá do uso de seu computador, recursos de rede, entre outros, mas a versão Home é a mais indicada para uso doméstico. A versão Ultimate é a mais completa e obviamente mais onerosa para o bolso.

O que se deve levar em consideração também é a versão 32bits e 64bits, que representam muita diferença em velocidade e possibilidade de expansão.
A versão 32bits é limitada até 3,25Gb de memória RAM; esta limitação não é do Windows e sim da arquitetura de 32bits, o Vista 32bits até mostra que o PC tem mais memória que isto, contudo só irá utilizar 3,25Gb, que é o máximo que a arquitetura de 32bits consegue endereçar.
Então a regra é simples: tem mais que 3 gigabytes de memória, usar 64bits ou não vai aproveitar. Outro fator que deve ser observado é o processador e placa mãe que utiliza, eles precisam ser compatíveis com 64bits ou não poderá utilizar a versão de 64bits.
Todos os computadores bi-processados ou superiores são compatíveis (Core2Duo, AMD X2 ou superiores).
Os softwares a serem instalados, se forem versão 64bits, vão utilizar 100% do novo sistema; do contrário, será limitado aos 32bits.
A era 64bits está começando realmente em 2010 para nós, simples mortais do mundo digital, mas a tendência é que até 2011 tudo seja 64bits, então precisamos estar preparados. –

Fonte: Revista ZN – Ed. 101 – Março 2010

ago 10
O fim da pirataria?
icon1 Fábio Egas | icon2 Diversos | icon4 08 10th, 2011| icon3Sem comentários »

Seria muito acreditar que um dia só existirão produtos e serviços originais? Acredito que a resposta seja sim, afinal o custo de um produto “paralelo” ou carinhosamente chamado de “genérico” é muito menor.

O que as empresas têm feito para evitar o domínio desses produtos muitas vezes é considerado correr atrás do próprio rabo, assim como um cachorro alucinado…

Cada setor tem seus problemas com pirataria: na música, os mp3s são o calvário das gravadoras; nas roupas e acessórios, os “MIKE”, “BUMA”, entre outros, made in China, são a moda do centro de São Paulo; temos ainda os softwares como Windows, Word, Photoshop, Norton, jogos de playstation, x-box 360, entre outros; os brinquedos com suas barbies falsas e muito mais… E como esquecer dos filmes? Vai um aí? Três por dez “real”.

pirataria

Cada empresa e setor está tentando se redescobrir e assim contornar a pirataria. No setor de vestuário a qualidade fala mais alto na hora de se optar por um pirata ou original, pois a diferença é gritante entre os materiais com os quais são fabricados, mas o que dizer a respeito dos videogames, por exemplo? A Sony com seu Playstation 3 está conseguindo, por enquanto, frear a pirataria com o excelente bloqueio que o aparelho tem devido suas mídias de blu-ray, mas acredito que dentro de muito breve teremos 3 por 10 também. O que mais me surpreende é o caso da Microsoft, não pelo Windows, que este ainda é rei da pirataria, mas pela sua plataforma de games com o X-box 360.

Você vai se perguntar: mas o vendedor da loja falou que já vem desbloqueado e cada jogo custa 5 reais; verdade, mas o mundo está convergindo para o virtual, e o diferencial do game é exatamente isto, jogar on-line contra ou em parceria com seus amigos e olha que isto é diversão até para pais brigarem com o filho pelo domínio do controle. Então a sacada foi exatamente no que acredito que seja a solução para a pirataria, oferecer serviços agregados e fazer o custo x benefício ficar baixo. Você até pode jogar on-line com seu console desbloqueado, mas somente até a Microsoft descobrir, para então bloquear o serial deste console para SEMPRE, então adeus à integração on-line, ele se torna um videogame da década de 90.

Outro diferencial do console é que você pode fazer download de jogos on-line, não somente a versão de demonstração, mas você pode também comprá-lo, bastando ter cartão de crédito internacional. E os valores são muito bons (US$ 30.00 em média), custam muitas vezes menos que o da barraquinha, afinal o que deixa eles caros são impostos de importação, custos de logísitca e de material para armazenar o DVD; no on-line é tudo bits que ficam na HD do console.

Não sei se todos vão aprender com a Microsoft, mas no meu ponto de vista a forma de acabar com a pirataria não é ir à caça deles e sim tornar o produto “genérico” menos valioso que o real e isto se faz em forma de avaliação do custo x benefício e não com propagandas dizendo que o dinheiro que circula na pirataria é o mesmo do crime organizado, afinal de contas o que paga o mensalão? Nossos impostos. Então podemos concluir que o dinheiro que circula nos impostos muitas vezes está pagando crimes muito mais organizados.

Problema maior vejo nos fabricantes de celular, como a Apple. Seu iPhone é obra prima, seu valor é mais ainda, então o “Iclone” ganha mercado, mas a qualidade é inferior, a tela sensível ao toque mais parece uma tentativa de fazer fogo com atrito tela x dedo, mas ele tem algo que o iPhone não tem, os dois chips, e uma coisa tão simples não poderia existir no iPhone? Sim, poderia, mas contratos com as operadoras inibem tal recurso. Neste caso então temos ponto para os chineses.

Fonte: Revista ZN – Ed. 100 – Fevereiro 2010

mar 26

Em tempos de globalização, é realmente necessário a escrita de uma palavra mundialmente conhecida em inglês, “traduzida” para o português só para facilitar a leitura (facilitar?) ?

Nome em português

A palavra site em inglês tem exatamente o mesmo significado de sítio em português, pois ambas derivam do latim situs (”lugar demarcado, local, posição”) e, primariamente, designa qualquer lugar ou local delimitado (sítio arquitetônico, sítio paisagístico, sítio histórico, entre outros). No português do Brasil, a palavra sítio designa, com maior frequência, uma propriedade rural de área modesta, frequentemente usada para lazer ou lavoura.

Porém, em inglês, surgiu o termo website (às vezes web site) para designar um sítio virtual, um conjunto de páginas virtualmente localizado em algum ponto da Web. Acontece que, com poucos anos de uso, o termo website ganhou a forma abreviada site, que passou a ser uma segunda acepção do termo original. Site, portanto, em inglês, passou a designar alternativamente um lugar real (no campo) ou virtual (na Web).

Em português, surgiram três vertentes para a tradução do conceito. A mais difundida em Portugal respeita a dualidade do termo original, e traduz site por sítio – ou, se o contexto não for suficiente para o entendimento, por sítio na Internet, sítio eletrónico, sítio na Web, sítio Web ou, ainda, websítio (exatamente como no inglês). A segunda vertente, mais comum no Brasil, adotou simplesmente o estrangeirismo site, sem alterações, para se referir aos sítios virtuais, mantendo sítio para os reais. A terceira vertente, que tem entre seus adeptos o escritor brasileiro Millôr Fernandes, é saite, que tem como vantagens a identificação imediata com a palavra usada em inglês e a dispensa da grafia em itálico.

A pronúncia de site, tanto em inglês quanto em português, é /saIt/ pelo sistema SAMPA.

Fonte: pt.wikipedia.org

fev 23

Criar uma conta, ou “cadastre-se”, é vital para lojas, redes sociais e etc. Ainda assim, é um empecilho para a maioria dos usuários.

Vamos ver 10 dicas para simplificar o processo de cadastro e deixa-lo mais amigável para o usuário.

1 ) Use o e-mail do usuário como login

Boa parte das pessoas tem inúmeros nomes de usuário (login) e não consegue se lembrar qual usaram em cada site. Entretanto, a maioria das pessoas tem apenas um e-mail, ou no máximo alguns. Portanto, em vez de obrigar seu usuário a lembrar mais um login, use o endereço de e-mail dele.

Um campo a menos no formulário de cadastro, e muito mais usuários não esquecendo os seus logins. Fica mais facil de se cadastrar e de logar.

Nota: Se for realmente necessário um login, pelo menos deixe a inserção de “caracteres especiais” para que ele possa cadastrar o e-mail como login se ele quiser.

2 ) Deixe usar a senha que sempre usam

A maioria dos usuários tem algumas senhas padrão, e tem uma chance de ela não se adaptar se você pedir senha que contenha números, letras maiúsculas ou no mínimo x caracteres.

Se a segurança é uma preocupação então tenha um medidor da “força” da senha que avisa quando a senha não é tão segura assim. Então fica a cargo do usuário julgar se ele está satisfeito com a eficiência da senha dele, ou se vale a pena criar uma senha só para o seu site.

Nota: Existem algumas exceções que exigem uma senha mais “forte” como websites que realizam transações monetárias ou dados pessoais como CPF (ex: bancos online).

3 ) Pergunte informações adicionais depois do usuário ter criado a conta

Ao perguntar ao usuário por informações não vitais depois do cadastro no sistemas você está deixando seu formulário de cadastro menos intimidador e mais rápido. Quando os usuários verem a importância do seu site eles vão querer fornecer as informações extras.

Foto do perfil, data de nascimento, filiação são raramente necessárias para criar uma conta, então considere pedir isso depois.

4 ) Avise se o nome de usuário já esta sendo usado

Se uma conta já existe para o e-mail dado, então imediatamente:

  1. Diga ao usuário que uma conta com esse e-mail já existe – não espere até o formulário ser enviado, faça-o em tempo real.
  2. Mostre um campo de senha que irá logar o usuário com esse e-mail.
  3. Mostre um link: “Você gostaria que uma nova senha seja enviada para esse e-mail?”.

É provável que o usuário simplesmente esqueceu que já tinha criado uma conta no seu site.

Se você não usa o e-mail como login, simplesmente sugira um login parecido que esteja disponível.

5 ) Eu realmente preciso digitar “fkr93pd”?

Para uma boa parte dos visitantes,  um CAPTCHA pode ser difícil de ser decifrado, como o código geralmente não tem significado, é essencial muita atenção enquanto examina e enquanto digita.

O que você pode fazer é retirar o CAPTCHA e ver quanto de contas spam são criadas em um determinado tempo para ver se realmente vale a pena incomodar o seu usuário pedindo para ele passar pelo processo do CAPTCHA.

6 ) Logue me automaticamente

A razão para um usuário criar uma conta provavelmente é porque você pede que o usuário esteja logado para fazer/ver/qualquer outra coisa – então, logue-o instantaneamente após o cadastro.

E pense bem antes, você realmente precisa que o usuário ative a conta?

7 ) Faça o e-mail de boas vindas facil de achar

É normal que alguns usuários esqueçam as senhas, então coloque no e-mail de boas vindas um modo rapido de recuperar o login e a senha.

Você pode fazer isso tendo um “assunto” apropriado para o e-mail como “Informações de conta do(a) [seu site]” e não “Bem vindo” ou “Sua nova conta”. E, também, tenha certeza de que o “from address” seja o nome da sua empresa ou a url.

8 ) Mostre o formulário de cadastro na pagina inicial

Seu formulário de cadastro não deve ter mais de 2-3 campos e um botão, então se o cadastro é seu objetivo não há motivo para criar uma pagina separada para o cadastro.

Quando você coloca o formulário de cadastro em outra página, você faz com que o usuário possa abandonar o cadastro antes mesmo de entrar na pagina e ter a chance de ver o quão fácil é de se cadastrar.

9 ) Dê um bom motivo para criar uma conta

Ninguém gosta de criar mais uma conta, então, no mínimo, de alguns motivos para que o usuário faça o cadastro – Porque ele deveria se cadastrar? Quais são os benefícios? Quanto maior a necessidade, maior será a vontade de fazer o cadastro.

10 )Use o mesmo formulário para se cadastrar e logar

Use o mesmo formulário para se cadastrar. Apenas pergunte o e-mail do usuário, se já existir o usuário pergunte pelo password, se não, mostre os campos necessários para o cadastro.

É isso, algumas dicas para tornar seu formulário de cadastro mais simples e mais convidativo ao usuário.

Traduzido de:  Christian Holst – Baymard Institute

fev 8

Um bom exemplo de adaptações que são feitas em um sistema de e-commerce e, com o tempo, estes “puxadinhos” passam a provocar erros bizarros no site.

Vejamos por exemplo este produto no site da Walmart:

Página da Walmart

Página da Walmart

No box de seleção da voltagem, verifique o preço real do produto.

Agora repare logo abaixo na área dos valores, o valor  “de” está R$ 100,00 mais caro, e então temos o valor “por” que ficou R$ 301,00 mais barato.

Então temos a seguinte situação: na área onde se define a variação (SKU) do produto, pode-se definir o valor deste produto, provavelmente o valor real, então o pessoal do Walmart “comercialmente falando”, resolveu subir cem reais no preço antes de dar o desconto de R$ 201,00 para transformar o desconto mais atraente R$ 301,00.

Não teríamos percebido esta manobra de marketing se não fosse a falha do sistema em mostrar o valor do produto dentro do box de opção de voltagem.

Link para a página em questão,  Ar Condicionado Portátil Tango 10.000 Btus Frio Midea – MPT10CR

A propósito, é Walmart ou Wal-mart? Devo confiar no logo do site ou na barra de titulo?

jan 14

Descobrimos um novo sistema de busca bem interessante, busca por sites que copiam outros sites.

Entrem no sistema da Copyscape e façam uma busca, é bem interessante.

Buscamos pelo site da Mastop e vejam o que achamos:

Busca Copyscape

O site da Mastop vocês já conhecem, agora confiram o que achamos, o site FN Design alguma semelhança? rs

Vejam os dados dos 2 sites, confiram o pagerank, o alexa, a data do domínio, etc. O sistema da Copyscape consegue identificar claramente o site original e a cópia:

Mastop

Infos SeoQuake Mastop

FNDesign

SeoQuake FN Design

Fizemos uma busca por mais uma página da Mastop, do nosso produto MID-Site, e vejam o que achamos, outras cópias de textos.

Agora divirtam-se e descubram quem cria e quem copia.

Everbody is a Creator... not!

Atenção:

A Mastop incentiva a livre cópia de todo e qualquer tipo de trabalho nosso, desde que citada a fonte.

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